Marketing Estratégico · Brasília

O valor existe.Não está chegando.

A sua empresa já faz algo que vale. Esse nunca foi o problema. O que falha é o caminho até quem deveria comprar — e é isso que a gente resolve.

Quero o DiagnósticoGrátis, em público — e você aprende, contrate ou não.

O retrato

A gente encontra sempre a mesma cena.

Empresa boa, dono competente, cliente satisfeito — e o faturamento travado num lugar que não corresponde ao que ela é.

  • Segredo bem guardado

    A empresa é boa, entrega bem, e mesmo assim quase ninguém na cidade sabe que ela existe.

  • Post de encher linguiça

    Publica todo mês, trabalha todo mês, e no fim do ano nada ficou de pé.

  • Só a família curtiu

    Um vídeo caro que todo mundo elogiou e que não moveu uma venda.

  • Só vem por indicação

    A agenda depende da boca dos outros — e do mês em que a rede esfria.

Antes de qualquer promessa

A gente não conserta empresa ruim.

E isso não é arrogância — é o contrário. O problema quase nunca é a sua empresa: é a forma como ela se comunica. Você já faz algo que vale. A gente não muda o seu negócio, faz o valor que ele já tem finalmente aparecer.

Se o que você entrega não sustenta o que você cobra, marketing só acelera a reclamação.

A virada

Ninguém compra o que não consegue enxergar.

Então o trabalho é fazer chegar.

O que método quer dizer

Trabalho espalhado não vira nada.

Cada post puxa para um lado: um dia promoção, no outro bastidor, no outro uma frase motivacional. Você trabalha o ano inteiro e no fim nada ficou de pé, porque nada se acumulou.

Sem método · disperso

Método não é postar mais. É ter uma base — uma coisa só que a empresa defende — e fazer tudo girar em torno dela.

O Método CorZênite

O sol não salta para o meio-dia.

Resultado sério tem ordem. A gente combina o que é sucesso em cada fase antes de começar — pra você saber a hora certa de cobrar. Essa régua não serve pra pedir paciência: serve pra você ter com o que comparar.

Há quanto tempo você cuida disso? Escolha e a régua anda até a sua fase.

  1. 01até 30 dias

    Fundação

    A base arrumada: o que a empresa diz, pra quem, e por onde. Quase nenhum lead — e isso é o esperado.

    O que esperarPoucos leads novos, ou nenhum. O que muda aqui não aparece no caixa: aparece na bio, na clareza do que você resolve e num caminho único pra quem quiser falar com você.

    O que cobrarPeça pra ver escrito, numa página só: quem é o cliente que a gente quer, que problema a gente tira da frente dele, e o que ele deve fazer. Se ninguém souber responder isso no dia 30, o que falta não é tempo — é direção.

  2. 02até 90 dias

    Tração

    O conteúdo começa a achar o público certo. É onde o ansioso desiste, bem antes de dar certo.

    O que esperarO alcance começa a subir entre quem interessa — não no total, entre os certos. Aparecem as primeiras conversas vindas do conteúdo. Poucas, e ainda irregulares.

    O que cobrarPergunte de onde veio cada pessoa que chegou. Se ninguém anota isso, no mês 6 você ainda não vai saber o que funcionou — e vai decidir no escuro de novo.

  3. 03perto dos 90 dias

    A Virada

    A entrega passa a chegar em quem importa. Quem desistiu, desistiu no dia anterior.

    O que esperarA primeira conversa que vira orçamento por causa do conteúdo. Não é volume ainda: é a prova de que o caminho existe e funciona.

    O que cobrarEste é o ponto de cobrança honesto, e ele é nosso também: se passaram 90 dias e nada mudou — nem alcance entre os certos, nem conversa, nem qualidade de quem chega — cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.

  4. 04por volta de 6 meses

    Autoridade

    O cliente já chega sabendo quem você é. A conversa começa num ponto mais adiantado.

    O que esperarVocê defende menos o preço. A pessoa chega com a dúvida já resolvida e a conversa começa em quando, não em por quê.

    O que cobrarPeça exemplos com nome: quantas conversas começaram com “vi seu vídeo sobre tal coisa”. Autoridade de verdade aparece na boca do cliente, não no relatório.

  5. 05por volta de 12 meses

    Ativo

    O perfil trabalha sozinho. O lead chega pré-vendido pelo conteúdo.

    O que esperarConteúdo publicado meses atrás continua trazendo gente. O que você fez uma vez segue trabalhando sem custo novo — é isso que faz dele um ativo, e não uma despesa mensal.

    O que cobrarAgora dá pra cobrar previsibilidade: quantas conversas por mês, vindas de onde, e quais fecham mais. Se todo mês ainda é surpresa, não virou ativo — virou rotina de posts.

Fundação

A régua vale pros dois lados: se passaram 90 dias e nada mudou, cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.

Dois jeitos de trabalhar junto

Execução

Você não tem equipe

A CorZênite faz. Estratégia, conteúdo, publicação e acompanhamento — com você aprovando o que importa e nada além disso.

Direção

Você já tem equipe

A CorZênite dirige, seu time executa. A gente decide o rumo, escreve a régua e revisa — a mão continua sendo a sua.

Como começa

Sempre pela porta mais barata.

  1. 01
    Diagnósticográtis, em público

    A gente lê o seu perfil do jeito que o seu cliente lê, e diz o que dá pra ver de fora. Você aprende, contrate ou não.

  2. 02
    Estudovira crédito no 1º mês

    O que só se enxerga por dentro: os seus números, o seu cliente real, os seus concorrentes e um plano de 90 dias. Se você contratar, ele volta como crédito.

  3. 03
    Planoa partir de R$ 1.000/mês

    Esse é o ponto de partida — o nosso serviço mais simples. Daí pra cima depende do seu cenário, e é por isso que não existe tabela aqui.

Sem cobrar nada

Oito erros que custam caro — e como corrigir sozinho.

Você acabou de ver o que a gente cobra. Isto aqui não custa nada. Os oito estão abaixo na ordem em que costumam aparecer, com a correção de cada um. Se você aplicar só o que está nesta página, o seu perfil já melhora — e a gente prefere assim.

Marque o que acontece aí. No fim desta lista a gente diz por qual você deve começar.

0/8
  1. 01

    “O trabalho fala por si.”

    Ele não fala. Quem vende pior que você, mas aparece, leva o cliente que era seu.

    Por que aconteceA sua reputação existe — mas mora na cabeça de quem já comprou, e não circula sozinha.

    O que custaVocê não perde por qualidade: perde por ausência, e nem fica sabendo que perdeu. Ninguém compra o que não sabe que existe.

    A correçãoTrate o que você já faz bem como informação pública.

    Antes

    O projeto entregue fica no celular do cliente e na sua pasta.

    Depois

    O mesmo projeto vira um post que mostra a decisão difícil que resolveu aquilo — o que quase deu errado e por que você fez diferente.

    Isso não é sobre postar mais. Tem empresa que posta bastante e continua desconhecida.

  2. 02

    Postar pra não ficar sem postar

    Doze meses de trabalho sem comprar um centímetro de território na cabeça de ninguém.

    Por que aconteceChega o dia, alguém pergunta “o que a gente sobe hoje?”, e a resposta vem do que estava à mão.

    O que custaCada post começa do zero. Quem te segue nunca aprende o que esperar de você — e quem não aprende, não volta.

    A correçãoUma pergunta antes de escrever: o que essa pessoa vai saber depois de ler, que ela não sabia antes? Se você não tem resposta, o post não sobe.

    Antes

    “Confira nossos modelos de cozinha planejada. Orçamento sem compromisso!”

    Depois

    “A bancada de 90 cm cabe em quase toda cozinha — e é a altura errada pra maioria das pessoas. Veja como medir a sua.”

  3. 03

    Contratar produção achando que é estratégia

    Um vídeo caro que todo mundo elogia e ninguém compra.

    Por que aconteceCombinaram o roteiro na hora, gravaram num dia bonito, você recebeu o arquivo pronto. Ninguém te perguntou pra quem aquilo era.

    O que custaO vídeo mostrou o quanto você é bom, enquanto quem assistiu ainda tentava entender se você resolve o problema dele. Aí você conclui que “vídeo não funciona pro meu negócio”.

    A correçãoDecida a resposta antes de decidir a câmera. Três perguntas antes de qualquer gravação: pra quem é isso, o que essa pessoa precisa entender, e o que ela faz depois.

    Antes

    Um institucional de 60 segundos, com drone e trilha.

    Depois

    40 segundos mostrando o erro que faz a obra atrasar — e como se evita. Mesmo custo de gravação. Só que agora tem função.

  4. 04

    O perfil é uma vitrine

    Quem te acha não está procurando você. Está procurando resolver um problema.

    Por que acontece“Trabalhamos com móveis planejados: cozinha, closet e home office. Orçamento sem compromisso.” Do começo ao fim, você falou de você.

    O que custaVitrine ele já viu em outros quarenta perfis. Então ele rola, some — e você nem soube que ele passou.

    A correçãoAbra pelo problema dele.

    Antes

    “Trabalhamos com móveis planejados sob medida.”

    Depois

    “Sua cozinha não tem espaço pra nada? Quase sempre o erro está em 30 cm que ninguém mediu.”

    Quando a pessoa já decidiu comprar, a vitrine serve — e serve bem. Mas se o feed inteiro é vitrine, você some pra quem ainda não decidiu. Que é quase todo mundo.

  5. 05

    A cadeira de quem decide está vazia

    Você troca de fornecedor achando que era ele. Não era.

    Por que aconteceO editor decide o corte, quem posta decide a legenda, o sobrinho decide o que sobe.

    O que custaCada mês parece um recomeço: muda quem faz, muda o rumo. Quando o resultado não vem, ninguém sabe o que testar diferente — porque não havia uma aposta clara pra confirmar ou derrubar.

    A correçãoAntes de contratar mais alguém pra fazer, escreva uma página só: o que a gente quer que aconteça, com quem, e como vamos saber que aconteceu.

    Antes

    “Preciso de alguém pra postar pra mim.”

    Depois

    “Preciso que o dono de obra em Brasília entenda por que a nossa marcenaria custa mais — e me chame.”

    Essa cadeira não precisa ser você. O que não pode é ela ficar vazia — porque aí quem decide é quem estiver com o celular na mão.

  6. 06

    Julgar o post pelo número da tela

    A tela mede atenção. O caixa mede decisão.

    Por que aconteceCurtida, visualização, seguidor novo. São os números que o aplicativo entrega de graça — então são os que todo mundo usa.

    O que custaO post de bastidor faz muita curtida. O post que explica o seu diferencial faz pouca — e traz as duas conversas que viraram orçamento. Olhando só a tela, você mata o segundo, e passa o ano melhorando o que não te paga.

    A correçãoAnote uma coisa só: de onde veio quem chegou. Pergunte “como você chegou até a gente?” em toda conversa nova e anote a resposta. Não precisa de ferramenta — uma planilha de duas colunas resolve.

    Os números da tela não são inúteis: eles medem atenção. O erro não é olhar pra eles — é decidir por eles.

  7. 07

    Começar perguntando “o que eu vou postar?”

    A pergunta assume que a página está em branco. Ela vem dizendo coisas há meses.

    Por que aconteceSe a sua bio diz “orçamento sem compromisso” e a sua grade só mostra produto, o perfil já afirmou “somos mais um fornecedor” antes de qualquer post novo.

    O que custaO post bom entra, contradiz a página inteira, e some.

    A correçãoLeia o seu perfil como se fosse estranho — o teste está logo abaixo nesta página, e leva um minuto.

  8. 08

    Cobrar retorno no prazo errado

    Trocar três vezes no ano é pagar três fundações e nenhuma virada.

    Por que aconteceContrata em janeiro, cobra resultado em fevereiro, cancela em março.

    O que custaVocê paga a primeira fase várias vezes e nunca chega na terceira — todo recomeço custa os mesmos 30 dias de fundação. É o motivo mais comum de empresa boa concluir que “marketing não funciona”: ela nunca ficou tempo suficiente pra ver funcionar.

    A correçãoCombine o que é sucesso em cada fase antes de começar. Sabendo em que fase você está, você para de cancelar no mês errado.

    E a régua vale pros dois lados: se passaram 90 dias e nada mudou, cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.

O seu resultado

Marque os que acontecem aí.

São oito. Marque com sinceridade — ninguém vê essa resposta, ela não sai do seu navegador. No fim a gente diz por qual começar, e a ordem importa mais do que parece.

Mandar meu @ pro Diagnóstico

De graça, e você sai com o diagnóstico na mão — contrate ou não.

Teste de um minuto

Leia o seu perfil como se fosse estranho.

Abra o seu Instagram no celular de outra pessoa. Sem abrir nenhum post, sem explicar nada, olhando só o que está à vista — responda:

  1. Dá pra dizer que problema a empresa resolve?

    Não o que ela vende — o problema que ela tira da frente de alguém.

  2. Dá pra dizer pra quem ela é?

    Se serve pra todo mundo, não convence ninguém em particular.

  3. Dá pra saber o que fazer se eu quiser contratar?

    Um caminho óbvio e único. Se tem três, não tem nenhum.

Responda as três e o veredicto aparece aqui. Ninguém coleta nada: a conta é feita no seu próprio navegador.

Antes de perguntar

As dúvidas que todo mundo tem — respondidas.

Sem precisar mandar mensagem pra descobrir.

Quem vai falar comigo?
Quem faz o trabalho. Somos três — Beatriz, Samuel e Thomas — e não existe atendente nem gerente de contas no meio: a pessoa que lê a sua mensagem é a mesma que edita o seu vídeo, desenha a sua arte ou escreve a sua estratégia.
Vocês são uma agência?
Não. Agência boa existe, e o problema nunca foi o formato — é a promessa. A gente não vende fama nem venda caindo do céu: vende direção e execução, com o que esperar de cada fase combinado antes de começar.
Quanto custa?
O Plano começa em R$ 1.000/mês, que é o serviço mais simples. Daí pra cima depende do seu cenário, e é por isso que não existe tabela aqui — preço fechado sem olhar o caso é chute.
Em quanto tempo aparece resultado?
Os primeiros 30 dias arrumam a base e quase não geram lead — isso é o esperado. Por volta dos 90 dias vem a virada. E a régua vale pros dois lados: se passaram 90 dias e nada mudou, cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.
O Diagnóstico é de graça mesmo?
É. Você manda o seu @, a gente lê o seu perfil do jeito que o seu cliente lê e diz o que dá pra ver de fora. Você sai com isso na mão, contrate ou não. Se depois quiser o Estudo, ele vira crédito no primeiro mês.
Já tenho quem cuida do meu Instagram.
Ótimo — a pergunta não é quem executa, é quem decide. Se você não consegue dizer numa frase o que a sua empresa quer que aconteça, com quem, e como vocês vão saber que aconteceu, então a cadeira da direção está vazia. É nela que a gente senta, e ela não precisa ser nossa: precisa não estar vazia.

Comece de graça

O que o seu perfil diz de fora?

Manda o seu @ que a gente lê em público, sem custo — e aponta o que dá pra ver de fora. Você sai com o diagnóstico na mão, contrate ou não.

Ou chame direto: (61) 99844-1025

A gente usa esses dados só pra ler o seu perfil e te responder. Nada de lista de disparo, nada repassado pra ninguém.