Marketing Estratégico · Brasília
O valor existe.Não está chegando.
A sua empresa já faz algo que vale. Esse nunca foi o problema. O que falha é o caminho até quem deveria comprar — e é isso que a gente resolve.
O retrato
A gente encontra sempre a mesma cena.
Empresa boa, dono competente, cliente satisfeito — e o faturamento travado num lugar que não corresponde ao que ela é.
Segredo bem guardado
A empresa é boa, entrega bem, e mesmo assim quase ninguém na cidade sabe que ela existe.
Post de encher linguiça
Publica todo mês, trabalha todo mês, e no fim do ano nada ficou de pé.
Só a família curtiu
Um vídeo caro que todo mundo elogiou e que não moveu uma venda.
Só vem por indicação
A agenda depende da boca dos outros — e do mês em que a rede esfria.
Antes de qualquer promessa
A gente não conserta empresa ruim.
E isso não é arrogância — é o contrário. O problema quase nunca é a sua empresa: é a forma como ela se comunica. Você já faz algo que vale. A gente não muda o seu negócio, faz o valor que ele já tem finalmente aparecer.
Se o que você entrega não sustenta o que você cobra, marketing só acelera a reclamação.
A virada
Ninguém compra o que não consegue enxergar.
Então o trabalho é fazer chegar.
O que método quer dizer
Trabalho espalhado não vira nada.
Cada post puxa para um lado: um dia promoção, no outro bastidor, no outro uma frase motivacional. Você trabalha o ano inteiro e no fim nada ficou de pé, porque nada se acumulou.
Sem método · disperso
Método não é postar mais. É ter uma base — uma coisa só que a empresa defende — e fazer tudo girar em torno dela.
O Método CorZênite
O sol não salta para o meio-dia.
Resultado sério tem ordem. A gente combina o que é sucesso em cada fase antes de começar — pra você saber a hora certa de cobrar. Essa régua não serve pra pedir paciência: serve pra você ter com o que comparar.
A régua vale pros dois lados: se passaram 90 dias e nada mudou, cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.
Dois jeitos de trabalhar junto
Execução
Você não tem equipe
A CorZênite faz. Estratégia, conteúdo, publicação e acompanhamento — com você aprovando o que importa e nada além disso.
Direção
Você já tem equipe
A CorZênite dirige, seu time executa. A gente decide o rumo, escreve a régua e revisa — a mão continua sendo a sua.
Como começa
Sempre pela porta mais barata.
- 01Diagnósticográtis, em público
A gente lê o seu perfil do jeito que o seu cliente lê, e diz o que dá pra ver de fora. Você aprende, contrate ou não.
- 02Estudovira crédito no 1º mês
O que só se enxerga por dentro: os seus números, o seu cliente real, os seus concorrentes e um plano de 90 dias. Se você contratar, ele volta como crédito.
- 03Planoa partir de R$ 1.000/mês
Esse é o ponto de partida — o nosso serviço mais simples. Daí pra cima depende do seu cenário, e é por isso que não existe tabela aqui.
Sem cobrar nada
Oito erros que custam caro — e como corrigir sozinho.
Você acabou de ver o que a gente cobra. Isto aqui não custa nada: um erro de cada vez, na ordem em que costumam aparecer. Se você aplicar só o que está nesta página, o seu perfil já melhora — e a gente prefere assim, porque quem aplica sozinho e volta depois já sabe por que está voltando.
Erro 01
“O trabalho fala por si.”
Ele não fala. Quem vende pior que você, mas aparece, leva o cliente que era seu.
O que aconteceVocê não perde por qualidade: perde por ausência, e nem fica sabendo que perdeu. Ninguém compra o que não sabe que existe.
A correçãoTrate o que você já faz bem como informação pública.
Antes
O projeto entregue fica no celular do cliente e na sua pasta.
Depois
O mesmo projeto vira um post que mostra a decisão difícil que resolveu aquilo — o que quase deu errado e por que você fez diferente.
Isso não é sobre postar mais. Tem empresa que posta bastante e continua desconhecida.
Erro 02
Postar pra não ficar sem postar
Doze meses de trabalho sem comprar um centímetro de território na cabeça de ninguém.
O que aconteceCada post começa do zero. Quem te segue nunca aprende o que esperar de você — e quem não aprende, não volta.
A correçãoUma pergunta antes de escrever: o que essa pessoa vai saber depois de ler, que ela não sabia antes? Se você não tem resposta, o post não sobe.
Antes
“Confira nossos modelos de cozinha planejada. Orçamento sem compromisso!”
Depois
“A bancada de 90 cm cabe em quase toda cozinha — e é a altura errada pra maioria das pessoas. Veja como medir a sua.”
Erro 03
Contratar produção achando que é estratégia
Um vídeo caro que todo mundo elogia e ninguém compra.
O que aconteceO vídeo mostrou o quanto você é bom, enquanto quem assistiu ainda tentava entender se você resolve o problema dele. Aí você conclui que “vídeo não funciona pro meu negócio”.
A correçãoDecida a resposta antes de decidir a câmera. Três perguntas antes de qualquer gravação: pra quem é isso, o que essa pessoa precisa entender, e o que ela faz depois.
Antes
Um institucional de 60 segundos, com drone e trilha.
Depois
40 segundos mostrando o erro que faz a obra atrasar — e como se evita. Mesmo custo de gravação. Só que agora tem função.
Erro 04
O perfil é uma vitrine
Quem te acha não está procurando você. Está procurando resolver um problema.
O que aconteceVitrine ele já viu em outros quarenta perfis. Então ele rola, some — e você nem soube que ele passou.
A correçãoAbra pelo problema dele.
Antes
“Trabalhamos com móveis planejados sob medida.”
Depois
“Sua cozinha não tem espaço pra nada? Quase sempre o erro está em 30 cm que ninguém mediu.”
Quando a pessoa já decidiu comprar, a vitrine serve — e serve bem. Mas se o feed inteiro é vitrine, você some pra quem ainda não decidiu. Que é quase todo mundo.
Erro 05
A cadeira de quem decide está vazia
Você troca de fornecedor achando que era ele. Não era.
O que aconteceCada mês parece um recomeço: muda quem faz, muda o rumo. Quando o resultado não vem, ninguém sabe o que testar diferente — porque não havia uma aposta clara pra confirmar ou derrubar.
A correçãoAntes de contratar mais alguém pra fazer, escreva uma página só: o que a gente quer que aconteça, com quem, e como vamos saber que aconteceu.
Antes
“Preciso de alguém pra postar pra mim.”
Depois
“Preciso que o dono de obra em Brasília entenda por que a nossa marcenaria custa mais — e me chame.”
Essa cadeira não precisa ser você. O que não pode é ela ficar vazia — porque aí quem decide é quem estiver com o celular na mão.
Erro 06
Julgar o post pelo número da tela
A tela mede atenção. O caixa mede decisão.
O que aconteceO post de bastidor faz muita curtida. O post que explica o seu diferencial faz pouca — e traz as duas conversas que viraram orçamento. Olhando só a tela, você mata o segundo, e passa o ano melhorando o que não te paga.
A correçãoAnote uma coisa só: de onde veio quem chegou. Pergunte “como você chegou até a gente?” em toda conversa nova e anote a resposta. Não precisa de ferramenta — uma planilha de duas colunas resolve.
Os números da tela não são inúteis: eles medem atenção. O erro não é olhar pra eles — é decidir por eles.
Erro 07
Começar perguntando “o que eu vou postar?”
A pergunta assume que a página está em branco. Ela vem dizendo coisas há meses.
O que aconteceO post bom entra, contradiz a página inteira, e some.
A correçãoLeia o seu perfil como se fosse estranho — o teste está logo abaixo nesta página, e leva um minuto.
Erro 08
Cobrar retorno no prazo errado
Trocar três vezes no ano é pagar três fundações e nenhuma virada.
O que aconteceVocê paga a primeira fase várias vezes e nunca chega na terceira — todo recomeço custa os mesmos 30 dias de fundação. É o motivo mais comum de empresa boa concluir que “marketing não funciona”: ela nunca ficou tempo suficiente pra ver funcionar.
A correçãoCombine o que é sucesso em cada fase antes de começar. Sabendo em que fase você está, você para de cancelar no mês errado.
E a régua vale pros dois lados: se passaram 90 dias e nada mudou, cobre. Paciência não é desculpa pra trabalho ruim.
Teste de um minuto
Leia o seu perfil como se fosse estranho.
Abra o seu Instagram no celular de outra pessoa. Sem abrir nenhum post, sem explicar nada, olhando só o que está à vista — responda:
Dá pra dizer que problema a empresa resolve?
Não o que ela vende — o problema que ela tira da frente de alguém.
Dá pra dizer pra quem ela é?
Se serve pra todo mundo, não convence ninguém em particular.
Dá pra saber o que fazer se eu quiser contratar?
Um caminho óbvio e único. Se tem três, não tem nenhum.
Responda as três e o veredicto aparece aqui. Ninguém coleta nada: a conta é feita no seu próprio navegador.
Quem faz
Aqui ninguém é atendimento.
Quem fala com você é quem faz. Somos três — Samuel, Beatriz e Thomas — e trabalhamos no mesmo nível: quem aprende faz, quem sabe revisa. Você não vai ser passado de mão em mão até chegar em alguém que entenda do seu caso.
Comece de graça
O que o seu perfil diz de fora?
Manda o seu @ que a gente lê em público, sem custo — e aponta o que dá pra ver de fora. Você sai com o diagnóstico na mão, contrate ou não.